Prefeitura realiza II Fórum de Arte e Cultura com ‘Teatro Pandêmico’

A Prefeitura de Matão, por meio do Departamento de Cultura, realiza o II Fórum de Arte e Cultura, nos dias 28, 29 e 30 de abril, das 20h às 21h, com apresentações teatrais voltadas ao assunto ‘pandemia’, intituladas ‘Teatro Pandêmico: Reinventando Palcos’. Todas as atividades serão desenvolvidas via internet, através da plataforma de comunicação educacional zoom e serão abertas ao público.

Conforme disse o Prefeito Adauto Scardoelli, “em tempos de pandemia, toda a sociedade precisa se unir para fortalecer o combate contra essa doença fatal e qualquer forma de amenizar a dor de todos que sofrem com a pandemia é sempre bem-vinda. Por isso, parabenizo nossos artistas pela iniciativa e pelo excelente trabalho desenvolvido, mesmo neste período de isolamento e com tantas dificuldades”.

“Temos em Matão, excelentes educadores e produtores de arte e cultura, bem como uma plateia que aprecia arte e cultura, o que facilita a criatividade para a produção de eventos, pois ainda que de forma virtual, isso nos permite movimentar o setor de educação e oferecer atrações culturais”, explicou o Secretário de Educação e Cultura, Alexandre Luiz Martins de Freitas.

A organização do II Fórum de Arte e Cultura, é uma contrapartida, da Cia labirinto de Teatro, que assim como outros artistas, recebeu através da Lei Aldir Blanc, incentivos para suas produções. “Redescobrir o teatro, as artes de maneira em geral que são por excelência eventos de encontro, vem sendo o grande desafio da Cultura na pandemia. É importante refletir sobre os novos lugares de atuação para que seja possível criar meios de resistência. Os fóruns de Arte e Cultura são espaços de troca, onde podemos ouvir o que artistas e público do nosso município estão vivendo e produzindo, em tempos de tanta distância, de falta de contato, para que busquemos alternativas de nos mantermos conectados”, avalia Juliano Jacopini, Diretor de Cultura e membro da Cia. Labirinto.


https://forms.gle/dX91mwKP6bN4WfN86 (haverá certificado)

A ativista cultural Simone Marcondes, Diretora de Divisão do Departamento de Cultura e atriz da Cia. Labirinto, que atuará como mediadora do ‘Fórum’, faz uma importante reflexão para este momento de pandemia: “faz 1 ano que estamos longe dos palcos. Faz 1 ano que muitos coletivos, grupos, cias. estão à beira de um precipício. Faz 1 ano que mudamos de palco. Espero que as pessoas acreditem mais nos artistas de sua cidade e, este fórum vai reforçar mais ainda a grandiosidade de cada convidado e cada participante. Precisamos do apoio de cada pessoa para que possamos continuar a fazer o que amamos. Meu desejo era reunir essa galera toda na ‘Casa Pipa’, que é a sede da Cia. Labirinto, mas precisamos nos cuidar ‘mais’, para que isso ocorra em breve. Evoé!!”, conclui, Simone.


Programação do II Fórum de Arte e Cultura com ‘Teatro Pandêmico’

28/04 - PALCO E PANDEMIA

Em meio a tantos desafios a pandemia se torna protagonista nos palcos do teatro.

FELIPE CASATI - ator, palhaço, diretor teatral, contador de histórias, produtor e professor de teatro. Graduado em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia, com intercâmbio na Faculdade de Teatro de Évora, em Portugal. É membro fundador do Grupo Galhofas e produtor cultural e professor no Espaço Cultural Galhofas, gestor da Mostra de Teatro Galhofas e Mostra de Dança Galhofas, e professor no Curso Técnico de Dança Rubiane Burim em Porto Ferreira.

JORGE OKADA - educador de Arte e Cultura do Senac SP - Docente no Curso Técnico em Teatro no Senac Araraquara. Produtor cultural, diretor teatral, comunicador social e especialista em História da Arte. Foi gestor público na Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara-SP, curador de festivais, mostras artísticas e orientador de artes cênicas em instituições culturais e escolas da rede privada. Desenvolve projetos de mediação e treinamentos para arte-educadores, elaboração e captação de recursos para projetos culturais.

29.04 - SOMOS MARIONETES?

Feito de madeira. Feito de pano. Feito de memória. Feito de pessimismo. Autômatos e marionetes são feitos de esperança e afeto.

EDUARDO SALZANE - Du Salzane é mecânico de pássaros e de mar. Trabalha a materialidade da poesia e suas particularidades sutis através da madeira, suporte flexível de suas concepções visuais e das combinações mecânicas aplicadas em esculturas com movimento. Também atua e pesquisa a figura do palhaço e suas relações. Oferece desde 2016 cursos e oficinas de construção de autômatos com viés no reúso e significação poética das obras criadas, com maior atividade em algumas unidades do Sesc-SP.


MÁRCIO PONTES - Ator, diretor e o fundador da Companhia Polichinelo de Teatro de Bonecos. Há dez anos fundou e mantém ativo o Museu Espaço do Boneco, na cidade de Araraquara. Como diretor artístico, está a frente das produções da Cia. Polichinelo, desde sua criação, e também das atividades realizadas, a partir de sua fundação em 2010, pelo Museu Espaço do Boneco, um dos únicos espaços do Brasil voltado ao teatro de animação.


30/04 - PALAVRA EM MOVIMENTO

Meu corpo fala. Meu corpo conta a minha história. Meu corpo dança. Meu corpo é movimento. Meu corpo é resistência. Meu corpo vaga num ambiente pandêmico.


LEANDRO SOUZA - É artista da dança, Mestre em Artes da Cena e Bacharel em Dança pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Dançou para o Núcleo Entretanto, dirigido por Wellington Duarte e foi dançarino da E² Cia de Teatro e Dança, dirigida por Eliana de Santana. Atualmente, desenvolve trabalhos próprios, dentre eles, o solo, “Sismos e Volts” (prêmio APCA 2018) e a peça corográfica “Eles Fazem Dança Contemporânea”.


SUZI SPERBER - Livre docente e Titular UNICAMP; coord. (13 anos) LUME Teatro. Professora aposentada, orientadora da pós-graduação do Instituto de Artes (IA) e Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Livros publicados: Caos e Cosmos; Signo e sentimento; Identidade e Alteridade; Presença do sagrado na literatura (org.); Teoria literária e hermenêutica ‘Ricœuriana’ (org); Ficção e razão; Contadores de histórias da Amazônia ribeirinha; outros e 242 artigos; pesquisa atual sobre obra de João das Neves.


A Cia. Labirinto

A Cia. Labirinto de Teatro foi fundada em 2009 na cidade de Matão. É composta por nove artistas que se desdobram, em sua maioria, como professores e estudantes, consolidando um grupo híbrido de teatro experimental. Coordena desde 2016 o Festival Internacional de Arte-Educação "Fronteiras Brasil" e, junto à Ong Ocara, coordenam a Casa PIPA – Plataforma Internacional de Produção Artística. Em seu percurso formativo a Cia. tece pesquisas sob três frentes de trabalho: o corpo, o animado e a dramaturgia, através de práticas criativas horizontais.



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